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Pix: cinco anos de sucesso com r$ 75 trilhões transacionados
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, celebrou cinco anos de operação no último domingo (16), consolidando-se como o método de pagamento preferido da população, à frente de opções tradicionais como o cartão de crédito. Desde seu lançamento, a plataforma movimentou um montante expressivo de R$ 75,4 trilhões, valor que supera em seis vezes o Produto Interno Bruto (PIB) do país.
Lançado em novembro de 2020, em meio à pandemia, o sistema desenvolvido pelo Banco Central (BC) já demonstrava potencial. Em 2024, o Pix registrou R$ 26,4 trilhões em transações, número que já foi ultrapassado em 2025. A expectativa é que o ano termine com cerca de R$ 30 trilhões movimentados nos últimos doze meses.
As discussões que antecederam o lançamento do Pix tiveram início em 2016, e em 2019 as bases de dados para o sistema de pagamentos instantâneos estavam prontas. O Banco Central assumiu a administração do projeto, e os primeiros testes, envolvendo até 5% dos clientes bancários, começaram em 3 de novembro de 2020.
O lançamento oficial ocorreu em 16 de novembro do mesmo ano, disponibilizando o serviço 24 horas por dia para clientes de todos os bancos que aderiram à iniciativa. Desde então, o Pix alcançou a marca de 170 milhões de usuários adultos e 20 milhões de empresas, totalizando mais de 181,6 bilhões de operações.
A substituição de transações tradicionais, que muitas vezes envolvem tarifas, resultou em uma economia estimada de R$ 117 bilhões, de acordo com um estudo do Movimento Brasil Competitivo (MBC). Além disso, o Pix é apontado como um importante fator na inclusão bancária de milhões de brasileiros que antes não tinham acesso a serviços financeiros.
Originalmente concebido para otimizar as transferências entre pessoas, o Pix incorporou diversos recursos adicionais ao longo do tempo, como Pix Saque, Pix Cobrança, Pix Agendado, Pix por Aproximação e Pix Automático.
Outra modalidade que merece destaque é o Pix Parcelado, ainda não totalmente implementada, embora algumas instituições financeiras já a ofereçam. O Banco Central planeja definir as regras para padronizar o serviço e aprimorar a experiência do usuário.
Apesar de seu sucesso, o Pix também enfrentou controvérsias e desinformação. Fake news, como a alegação de que um novo imposto seria criado para as transações via Pix, foram desmentidas pelo governo. Além disso, o sistema foi alvo de críticas, e houve um aumento nos casos de golpes envolvendo o Pix.
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Que fim levou o orkut, a rede social querida no brasil?

O Orkut, uma rede social que marcou uma geração no Brasil, permanece viva na memória de muitos, mesmo após uma década de seu encerramento. Criada por Orkut Büyükkökten, um engenheiro que trabalhava no Google, a plataforma conquistou o público brasileiro por diversos fatores, desde a ausência de muitos concorrentes em seus primeiros anos até seus recursos atrativos, jogos viciantes, a combinação de relacionamentos com debates e o espaço virtual para a criatividade.
Mas, o que levou ao fim desse serviço tão adorado? E será que ele realmente está de volta ou há chances de um retorno?
Em 24 de janeiro de 2004, Orkut Büyükkökten lançou sua ideia: o Orkut, uma rede social que surgiu quando esse tipo de site ainda era pouco conhecido. A proposta era eclética: perfis com gostos pessoais, a possibilidade de adicionar amigos, um sistema de pontuação baseado em características como ser sexy, legal e confiável, recados nos murais (scraps) e homenagens em forma de depoimentos.
No entanto, o grande destaque eram as comunidades, espaços onde os membros podiam participar de discussões, iniciar tópicos e compartilhar conteúdo. Esses espaços serviam tanto para brincadeiras e debates quanto para a organização de serviços paralelos.
O Brasil se tornou um dos públicos prioritários da plataforma. Já no segundo semestre de 2004, o país contava com 700 mil usuários cadastrados, representando 51% do público total do site.
A popularidade no Brasil foi tamanha que, em 2008, o escritório do Orkut foi transferido para Belo Horizonte, a principal cidade da presença do Google no país. No ano seguinte, o site passou por uma reformulação na interface e ganhou novas funcionalidades.
Foi nesse período que surgiram recursos como o Buddy Poke e jogos como a Colheita Feliz. No auge, a plataforma contava com mais de 300 milhões de usuários em todo o mundo, um número relevante para a época, com mais da metade do público composto por brasileiros.
No entanto, o auge do site passou e o serviço enfrentou momentos de crise. Em agosto de 2011, o Facebook se tornou a maior rede social do Brasil, sendo adotado por ter alguns pontos em comum com o Orkut, apesar de propostas distintas.
O ambiente da plataforma também mudou. Foi no Orkut que se tornou evidente que redes sociais podem ser palco para crimes, disseminação de discurso de ódio e mensagens que, na verdade, eram spam ou malwares disfarçados.
Em 30 de junho de 2014, o Google anunciou o fim do Orkut, que foi desativado em setembro do mesmo ano. Novos cadastros foram encerrados e, na data final, não era mais possível publicar conteúdo.
Durante dois anos, a empresa disponibilizou um arquivo de comunidades públicas para consulta e uma ferramenta para exportar dados, como álbuns de fotos. Após esse período, o site foi totalmente desligado e os arquivos foram apagados sem possibilidade de recuperação.
Vários fatores contribuíram para o fim do Orkut, mesmo com o carinho do público brasileiro: mudanças de rumo no Google, que priorizou outros projetos internos com foco social, a falta de popularidade em mercados importantes como Estados Unidos e Europa (concentrando usuários no Brasil e na Índia), a queda de usuários frequentes e a ausência de funções mais avançadas oferecidas por outras plataformas, além de pouca inovação em interface e recursos.
Oficialmente, o Orkut não retornou após o encerramento em 2014. No entanto, clones da rede social surgiram ao longo do tempo e houve até mesmo tentativas de um possível retorno por parte do próprio criador.
O VKontakte (VK), criado pelo idealizador do Telegram, Pavel Durov, chegou a receber usuários do Orkut após o fim da plataforma. Outra tentativa foi o Orkuti, um projeto não oficial que replicava a interface e funções da plataforma original.
Após o fim do Orkut, o engenheiro Orkut lançou a rede social Hello, em 2016, baseada em conectar pessoas com gostos em comum e formar amizades.
Em 2022, o site original da plataforma foi reativado com uma mensagem do fundador, indicando novidades, algo que, anos depois, ainda não se concretizou.
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Operadoras de telefonia avaliadas por selo de qualidade inédito da anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) lançou um sistema de Selos de Qualidade para avaliar o desempenho das operadoras de telefonia e internet em todo o país. A iniciativa, parte da campanha “Qualidade na palma da mão!”, visa fornecer aos consumidores informações claras e objetivas sobre a qualidade dos serviços oferecidos.
O sistema de avaliação classifica as empresas em uma escala que varia de A (melhor qualidade) a E (pior qualidade). A nota é atribuída com base em uma combinação de indicadores técnicos de rede, o número de reclamações recebidas e os resultados de pesquisas de satisfação do cliente. Os consumidores podem consultar os resultados por município, estado ou em nível nacional.
Na primeira divulgação dos selos, referente ao período de janeiro a junho deste ano, nenhuma operadora de abrangência nacional obteve a nota máxima.
Em telefonia móvel, Claro e Vivo receberam nota B, enquanto a TIM obteve nota C. No serviço de banda larga fixa, Claro, Oi, Vivo e Proxxima foram avaliadas com nota B, e a TIM com nota C. Já na telefonia fixa, Claro, Oi, TIM e Vivo receberam nota B. Empresas classificadas como Prestadoras de Pequeno Porte não constam nesta primeira listagem.
A metodologia de avaliação considera o Índice de Qualidade dos Serviços (IQS), que mede o desempenho técnico da rede; o Índice de Reclamações (IR), baseado no volume de queixas registradas na Agência; e o Índice de Qualidade Percebida (IQP), resultado de pesquisa anual de satisfação.
Os selos municipais são calculados com base apenas no IQS. Os selos estaduais e o nacional consideram a soma das categorias obtidas nos três índices. Quanto menor a soma, melhor a classificação: A corresponde à soma de 3 ou 4 pontos; B varia entre 5 e 7; C fica entre 8 e 10; D entre 11 e 13; e E alcança 14 ou 15 pontos.
Para facilitar o acesso às informações, a Anatel lançou o aplicativo Anatel Qualidade, disponível para Android e iOS. O aplicativo permite aos usuários consultar os indicadores de qualidade, testar a velocidade da internet e verificar a cobertura de 4G e 5G por município. A página da Qualidade dos Serviços no site da Anatel também foi reformulada, oferecendo informações detalhadas sobre os selos, painéis de dados atualizados, perguntas frequentes e um mapa de velocidade de download da telefonia móvel.
A divulgação dos selos ocorrerá anualmente, com base nos resultados do ano anterior. A Anatel não publicará os selos referentes à TV por assinatura em 2025. Os Painéis de Dados de Qualidade foram modernizados para proporcionar navegação mais intuitiva.
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Byd seal 06 ev: sedã elétrico pode chegar ao brasil em breve
A BYD sinaliza a possível expansão de sua linha no Brasil com o registro do Seal 06 EV. Os desenhos do veículo foram patenteados no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), indicando a forte possibilidade de lançamento do sedã elétrico no mercado brasileiro.
O Seal 06 EV surge como um potencial competidor no segmento de sedãs médios elétricos, buscando rivalizar com modelos como o Toyota bZ3. A expectativa é que o modelo da BYD se destaque pela autonomia, tecnologia embarcada e design inovador.
Com dimensões de 4,72 metros de comprimento, 1,49 metro de altura, 1,88 metro de largura e 2,82 metros de entre-eixos, o Seal 06 EV apresenta um porte considerável. Sua estrutura é baseada na plataforma e-Platform 3.0 Evo, que proporciona tração traseira e integra a bateria Blade diretamente no chassi do veículo.
Essa arquitetura otimizada visa melhorar a eficiência energética e o desempenho dinâmico do sedã elétrico. A plataforma e-Platform 3.0 Evo também permite uma distribuição de peso mais equilibrada, contribuindo para uma dirigibilidade aprimorada e maior estabilidade em diferentes condições de condução.
A adoção da bateria Blade, desenvolvida pela própria BYD, é outro ponto relevante. Essa tecnologia se destaca pela segurança e densidade energética, permitindo uma maior autonomia com um menor volume e peso da bateria. Integrada ao chassi, a bateria Blade contribui para a rigidez estrutural do veículo e para a redução do centro de gravidade, o que melhora ainda mais a estabilidade e o comportamento em curvas.
A chegada do Seal 06 EV ao mercado brasileiro pode impulsionar a oferta de sedãs elétricos no país, oferecendo uma alternativa atraente para consumidores que buscam um veículo com design moderno, tecnologia avançada e zero emissões. A confirmação do lançamento e as especificações detalhadas do modelo para o mercado brasileiro são aguardadas com expectativa.
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Meta diminui ambições no metaverso e foca em inteligência artificial

A Meta planeja reduzir significativamente seus investimentos no metaverso, com cortes que podem chegar a 30% nos projetos relacionados a essa área já em 2026. Essa mudança estratégica indica uma reavaliação das prioridades da gigante da tecnologia, que agora parece concentrar seus esforços em inteligência artificial.
A diminuição do investimento pode resultar em demissões, com os primeiros cortes esperados para janeiro. As equipes de realidade virtual e realidade aumentada, que integram a divisão Meta Reality Labs, responsável pelos óculos Quest e smartglasses Ray-Ban, podem ser as mais afetadas. A Meta não se pronunciou sobre os possíveis desligamentos.
O metaverso foi a grande aposta da Meta em 2021, motivando inclusive a mudança do nome da empresa, antes conhecida como Facebook. No entanto, o interesse pelo tema diminuiu e a divisão Meta Reality Labs tem registrado prejuízos bilionários.
Em contrapartida, a inteligência artificial tem ganhado cada vez mais espaço dentro da Meta, presente em diversos produtos e serviços do seu ecossistema. A empresa tem investido em pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias de IA.
Ainda que a reportagem original não traga detalhes sobre possíveis alterações no cronograma de lançamentos, especula-se que os planos para o Meta Quest 4 possam ser impactados. Desde 2024, há rumores sobre o lançamento da nova linha em diferentes versões.
A notícia sobre a possível redução de investimentos no metaverso foi bem recebida pelos investidores. Após a divulgação da informação, as ações da Meta registraram uma alta de aproximadamente 4%. Isso sugere que o mercado enxerga a mudança de foco para inteligência artificial como uma estratégia mais promissora para o futuro da empresa.
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Novo drone da dji flycart 100 carrega até 100 kg
A DJI apresentou ao mercado o FlyCart 100 (FC100), um drone projetado para entregas autônomas e que representa um avanço significativo em relação ao seu antecessor, o FlyCart 30, conhecido por realizar uma entrega no Monte Everest. O novo modelo destaca-se por aumentar drasticamente a capacidade máxima de carga, além de apresentar melhorias notáveis em segurança e navegação.
O FlyCart 100 adota uma arquitetura multi-rotora coaxial, com quatro eixos e oito hélices, configuradas com duas hélices em cada eixo girando em sentidos opostos. De acordo com a DJI, essa configuração otimiza o uso de energia e proporciona maior estabilidade durante o voo, características essenciais para o transporte de cargas pesadas.
Para assegurar o bom funcionamento do sistema, especialmente durante o voo com cargas maiores, os motores foram equipados com um ESC (controlador eletrônico de velocidade) com corrente de 420A. Este componente tem um papel fundamental na regulação da energia elétrica fornecida pela bateria ao motor, permitindo que o drone responda de forma mais eficaz aos comandos e mantenha um desempenho consistente.
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Brasil lança plano decenal contra fraudes bancárias digitais

O Brasil implementou um plano abrangente para combater crimes bancários que ocorrem no ambiente digital ou que envolvem dispositivos eletrônicos. O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) apresentaram a iniciativa nesta quarta-feira (03).
O Plano de Ação Conjunto para o Combate a Fraudes Bancárias Digitais consiste em um conjunto de medidas, iniciativas e ações destinadas a prevenir, combater e mitigar os danos causados por diversas atividades criminosas direcionadas à população.
A Aliança Nacional de Combate a Fraudes Bancárias Digitais colaborou na elaboração do documento, que inclui a participação de 23 instituições, tanto públicas quanto privadas. O plano tem uma duração de 60 meses, prazo estabelecido para a implementação ou execução de todas as iniciativas.
O planejamento para fortalecer o combate às fraudes bancárias no Brasil está estruturado em seis pilares principais:
Aprimoramento dos processos de prevenção a fraudes e golpes;
Intensificação do combate e repressão contra crimes de fraudes e golpes;
Compartilhamento e tratamento de dados e informações;
Capacitação de agentes, entidades privadas e da população;
Tratamento e cuidados às vítimas;
Conscientização da população para prevenção.
Isto implica que a iniciativa abrange ações de treinamento, educação, melhorias tecnológicas, análise de dados e transparência. Nem todas as iniciativas foram divulgadas até o momento.
Como primeiro resultado prático do plano, foi lançado um site chamado Sofri um golpe, e agora?
Hospedado no domínio do MJSP, o site é um painel informativo que auxilia vítimas de golpes a entender os próximos passos a serem tomados após incidentes como clonagem de redes sociais, invasão ao Gov.br ou roubo e furto de celular.
A página apresenta uma linguagem acessível e um guia passo a passo sobre as medidas a serem tomadas para evitar perdas financeiras e buscar seus direitos junto aos órgãos públicos.
Em breve, a plataforma será aprimorada com ferramentas como vídeos educativos e tutoriais, um glossário atualizado com até 41 tipos de fraudes e um painel que exibirá dados atualizados de fraudes bancárias, juntamente com os perfis médios das vítimas e os locais onde esses crimes são mais prevalentes.
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Samsung revela planos para dispositivos do futuro na ces 2026

A Samsung prepara um evento especial em Las Vegas, o “The First Look”, onde irá apresentar suas visões e inovações para o futuro dos dispositivos. O evento está programado para o dia 5 de janeiro, à meia-noite (horário de Brasília), e terá como palco o Latour Ballroom, no Wynn Las Vegas.
A apresentação da Samsung, que antecede em 48 horas o início oficial da CES 2026, tem como objetivo detalhar a direção estratégica que a divisão DX (Device eXperience) da empresa seguirá no próximo ano. A agenda inclui a demonstração de novas funcionalidades e serviços desenvolvidos com base em inteligência artificial (IA).
O evento será transmitido ao vivo através da Samsung Newsroom, do canal oficial da empresa no YouTube e também pelo Samsung TV Plus, o serviço de streaming gratuito da marca.
A condução das apresentações ficará a cargo de altos dirigentes da companhia. TM Roh, CEO e líder da divisão de Device eXperience, fará o discurso central. As participações de SW Yong, Presidente e Head da divisão de Visual Display, e de Cheolgi Kim, Vice-Presidente Executivo e Head da divisão Digital Appliances, também estão confirmadas. Eles irão expor as perspectivas e os planos de seus respectivos setores para o ciclo de 2026.
Além do evento principal, a Samsung manterá uma agenda de atividades em Las Vegas, ocupando um espaço exclusivo nas dependências do Wynn Las Vegas, onde promoverá outras exibições e encontros relacionados aos seus produtos. Estas atividades estão previstas para seguirem até o dia 7 de janeiro, aproveitando o período de movimentação da feira CES.
A proximidade com o início da CES permite que a Samsung direcione o foco da indústria e da mídia para seus anúncios antes da abertura oficial dos estandes, consolidando sua presença e influência no mercado de tecnologia.
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